Limite está relacionado muito mais com o fator de segurança do que com o medo. A partir disso sempre é possível expandir os seus limites. Os limites são experimentados através de hábitos, rotinas, relacionamentos, etc.
O medo é um fator limitante na vida da pessoa, traduz a falta de confiança e falta de segurança. Na medida em que vamos entrando em contato com nossos limites, que estão relacionados a questões de maturidade, autoconhecimento e potenciais, temos possibilidades de ir ampliando.
Limite está ligado à possibilidade de expansão. E medo está ligado com um fator limitante. O medo gera uma paralisação e o limite gera uma expansão, um desafio.
Em relação à criança, temos que ajudá-la a se conhecer dentro de suas possibilidades ligadas às fases de seu desenvolvimento, através de hábitos e rotinas. A rotina permite que entremos em contato com nossos interesses, vontades, possibilidades e com o que eu quero desenvolver.
À medida que vamos amadurecendo, esses limites vão se expandindo e vamos incluindo coisas diferentes em nosso dia-a-dia. Nosso papel como pais é facilitar esse acesso às crianças e, como adultos, sempre buscar essa expansão.
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