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Especial para as mães - Criar ou Procriar
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Especial para as mães - Criar ou Procriar

por Academia Mental - academiamental@yahoo.com.br

A natureza dentro das pessoas tem uma linguagem própria, que está relacionado aos instintos de auto-conservação e preservação da espécie.

Essa linguagem, normalmente não é entendida como vindo dos próprios instintos, ela é entendida como algo que está ligado a vontade. Com isso, tudo se estrutura na sociedade em termos desse apelo da natureza, muitas vezes inconsciente.

Temos que nos dar conta que vivemos em outro momento na nossa sociedade. Tendo outras necessidades e buscas, já que a própria sociedade evoluiu em termos de civilização, idéias e pensamentos. Com isso, as pessoas se sentem o tempo inteiro estimuladas em suas buscas.

Nessa reflexão vamos abordar o aspecto da natureza, em relação à maternidade, permitindo a mulher poder criar e também poder procriar de uma forma harmônica.

A mulher nos tempos atuais, apresenta um envolvimento maior com o seu desenvolvimento pessoal, realização profissional e etc..,sendo muito importante para sua satisfação própria e na evolução da humanidade.

Observamos que para a mulher, a exigência da natureza no procriar, ainda acontece da mesma forma que nos primórdios, onde só existia ela para garantir que a prole sobrevivesse.

A mulher em relação à natureza, está a seu serviço para garantir a preservação da espécie. O preço cobrado por isso, provoca nela contradições, levando-a a ansiedades e gerando culpas, pois se percebe querendo coisas diferentes do que a natureza está lhe exigindo.

Hoje a mulher tem uma amplitude diferente da mulher na pré-história, onde estaria totalmente a serviço dos instintos. Quanto mais envolvimentos, interesses, buscas, se tiverem na vida, mais conflitos serão gerados.

A mãe, na atual sociedade, precisa ter consciência que o instinto materno está ligado à natureza, e essa demanda de vontade de ter filhos estão a serviço disso.

Com esta consciência podemos planejar quantos filhos gostaríamos de ter avaliando todas as necessidades que temos no nosso dia a dia, pois a criança para o seu desenvolvimento sadio precisa de atenção e cuidados. Isso possibilita que se estabeleça um vínculo entre a mãe e a criança, permitindo que a criança estabeleça boas relações com ela mesma e com o mundo.

As mulheres não têm muita consciência em relação à vontade e aos instintos. Na medida em que o instinto se impõe elas acreditam que isso nasce das suas próprias vontades e acabam cedendo ao instinto e não avaliando se com isso poderão continuar se desenvolvendo pessoalmente e exercendo plenamente a maternidade.

A mulher precisa ter consciência que a maternidade é uma escolha. A natureza se impõe dentro dela, porém ela pode planejar como deve viver a sua vida.

No momento que se tem uma criança, não se consegue avaliar a força da natureza, pois ela se expressa através de uma simbiose muito grande, pois a criança precisa sobreviver e a mãe é tomada por isso.

Com isso, o que se precisa aprender, é reconhecer os instintos tanto de auto-conservação como preservação da espécie, para que possamos fazer escolhas, a serviço dos instintos e da vontade própria sem precisar criar conflitos. As escolhas ligadas à natureza é sempre um serviço prestado a ela. O instinto materno está ligado ao cuidar, ajudar o desenvolvimento e isso pode se fazer mesmo não tendo inúmeros filhos. Pode -se usar o instinto materno no mundo, a favor de si e da humanidade.


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http://www.stum.com.br/tc9253
http://www.stum.com.br/tc19230



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